01 Abril 2009
30 Janeiro 2009
Erro de principante
Não faço ideia quem são os meus actuais leitores, se é que existem, mas aqueles que resistem às minhas ausências prolongadas, certamente se recordarão do prazer que retiro do almoço das quintas-feiras nos Passarinhos.
Para os que não sabem, as quintas-feiras nos Passarinhos são passadas com uma travessa absurdamente recheada de um cozido à portuguesa formidável. Assim como no início das aventuras espaciais foi enviada uma gravação de uma música dos Beatles para o espaço, aquele cozido também deveria andar lá por cima.
Na semana passada, infelizmente coincidente com todas as quintas-feiras de 2009, por circunstâncias várias, não me foi possível banquetear-me como gostaria. Juro, e não estou a exagerar, que não houve um único dia desde a semana passada em que, à hora de almoço, não desse por mim a pensar no cozido do Sr. Américo.
Hoje, que seria o dia em que iria tirar a barriga de misérias, mais uma vez e à última da hora, não tive hipóteses de lá ir.
Aproveitando uma ida ao supermercado, decidi almoçar no restaurante do Pingo Doce. Prato do dia: Cozido à portuguesa. Os meus olhos cansados arregalaram-se. Não é o cozido dos Passarinhos mas é cozido.
Fiz o pedido, esperei e desesperei, até que lá me serviram o tão desejado cozido. Uma garfada, duas garfadas e rapidamente concluí que estava perante o pior cozido à portuguesa do mundo. Aposto que nem na Tailândia, se tentassem, fariam um cozido à portuguesa tão mau. Nem sequer o Conrad, no pior dos grandes romances, o Coração das Trevas, conseguiria, se o quisesse, descrever aquele cozido como mais um elemento daquele inferno que era descer o rio Congo (ou Zaire, para quem preferir).
Para memória futura: O COZIDO É NOS PASSARINHOS (e o Conrad é uma seca)!
Para os que não sabem, as quintas-feiras nos Passarinhos são passadas com uma travessa absurdamente recheada de um cozido à portuguesa formidável. Assim como no início das aventuras espaciais foi enviada uma gravação de uma música dos Beatles para o espaço, aquele cozido também deveria andar lá por cima.
Na semana passada, infelizmente coincidente com todas as quintas-feiras de 2009, por circunstâncias várias, não me foi possível banquetear-me como gostaria. Juro, e não estou a exagerar, que não houve um único dia desde a semana passada em que, à hora de almoço, não desse por mim a pensar no cozido do Sr. Américo.
Hoje, que seria o dia em que iria tirar a barriga de misérias, mais uma vez e à última da hora, não tive hipóteses de lá ir.
Aproveitando uma ida ao supermercado, decidi almoçar no restaurante do Pingo Doce. Prato do dia: Cozido à portuguesa. Os meus olhos cansados arregalaram-se. Não é o cozido dos Passarinhos mas é cozido.
Fiz o pedido, esperei e desesperei, até que lá me serviram o tão desejado cozido. Uma garfada, duas garfadas e rapidamente concluí que estava perante o pior cozido à portuguesa do mundo. Aposto que nem na Tailândia, se tentassem, fariam um cozido à portuguesa tão mau. Nem sequer o Conrad, no pior dos grandes romances, o Coração das Trevas, conseguiria, se o quisesse, descrever aquele cozido como mais um elemento daquele inferno que era descer o rio Congo (ou Zaire, para quem preferir).
Para memória futura: O COZIDO É NOS PASSARINHOS (e o Conrad é uma seca)!
27 Janeiro 2009
Uma conspiração de estúpidos
Este pedacinho de internet já não teria razão de existência se eu não referisse que estou a ler um livro extraordinário - "Uma Conspiração de Estúpidos" do John Kennedy Toole.
O Ignatius J. Reilly, personagem principal que, de acordo com alguns, é a imagem que o Toole teria de si próprio, é mesquinho, teimoso, insolente, preguiçoso, indulgente consigo próprio mas irascível e intolerante com os outros, racista, pedante, homofóbico, fanático religioso, ultra conservador, etc, etc, etc. Numa palavra: Fascinante!
E tal deve-se ao Toole que, por força da narrativa, nos leva a criar uma estranha empatia com alguém tão execrável. Eu sinto-me assim, quase compelido a acompanhar o percurso do Reilly desde que se viu, por força das circunstâncias, obrigado a trabalhar. Vai, permanente e surrealmente, desculpabilizando os seus erros com as suas interpretações ridículas das acções dos outros. E eu quero mais. Quero que o Reilly seja cada vez pior e atire, com motivos ainda mais ridículos, a culpa para os outros.
Ainda vou a meio mas é, sem quaisquer dúvidas, a melhor primeira metade de romance que li desde há muito tempo. Ao pé deste, o último livro que li - "As memórias do elefante", do Saramago - parece o verso dos invólucros dos chocolates Baci - Uma mera frase feita para pessoas que atirem lixo para o chão, atirarem-na para o chão. Eu, que as guardo no bolso, depois de lavadas e engomadas, atiro-as para o lixo.
O Ignatius J. Reilly, personagem principal que, de acordo com alguns, é a imagem que o Toole teria de si próprio, é mesquinho, teimoso, insolente, preguiçoso, indulgente consigo próprio mas irascível e intolerante com os outros, racista, pedante, homofóbico, fanático religioso, ultra conservador, etc, etc, etc. Numa palavra: Fascinante!
E tal deve-se ao Toole que, por força da narrativa, nos leva a criar uma estranha empatia com alguém tão execrável. Eu sinto-me assim, quase compelido a acompanhar o percurso do Reilly desde que se viu, por força das circunstâncias, obrigado a trabalhar. Vai, permanente e surrealmente, desculpabilizando os seus erros com as suas interpretações ridículas das acções dos outros. E eu quero mais. Quero que o Reilly seja cada vez pior e atire, com motivos ainda mais ridículos, a culpa para os outros.
Ainda vou a meio mas é, sem quaisquer dúvidas, a melhor primeira metade de romance que li desde há muito tempo. Ao pé deste, o último livro que li - "As memórias do elefante", do Saramago - parece o verso dos invólucros dos chocolates Baci - Uma mera frase feita para pessoas que atirem lixo para o chão, atirarem-na para o chão. Eu, que as guardo no bolso, depois de lavadas e engomadas, atiro-as para o lixo.
17 Janeiro 2009
Um radar não é um professor
- Os radares são avaliados e continuam a trabalhar;
- Os radares não são promovidos nem recompensados pela antiguidade no posto;
- Os radares seguem os programas e cumprem as suas funções;
- Os radares, quando deixam de fazer aquilo que lhes é exigido, vão para o lixo;
Infelizmente, há uma semelhança deveras dispensável: Os radares são radares porque não conseguem ser mais nada. Ainda no outro dia falei com um radar que me dizia angustiado: "Estou um bocado farto desta porcaria da Radial de benfica. Os idiotas dos condutores são uns insubordinados e eu tenho que estar sempre a acender o '80'. Quem me dera ser um professor e agora poder fazer uma comissãozita de serviço na Direcção Regional ou num ministério qualquer".
História verídica!
- Os radares não são promovidos nem recompensados pela antiguidade no posto;
- Os radares seguem os programas e cumprem as suas funções;
- Os radares, quando deixam de fazer aquilo que lhes é exigido, vão para o lixo;
Infelizmente, há uma semelhança deveras dispensável: Os radares são radares porque não conseguem ser mais nada. Ainda no outro dia falei com um radar que me dizia angustiado: "Estou um bocado farto desta porcaria da Radial de benfica. Os idiotas dos condutores são uns insubordinados e eu tenho que estar sempre a acender o '80'. Quem me dera ser um professor e agora poder fazer uma comissãozita de serviço na Direcção Regional ou num ministério qualquer".
História verídica!
Vrummmmm
Há uns dias ouvi uma notícia que me deixou perplexo. A Comissão de Avaliação do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego de Lisboa considera que a instalação dos radares teve um efeito positivo. No entanto, nos locais onde os radares foram instalados faleceram mais duas pessoas que em 2007. Neste sentido, a dita Comissão decidiu propôr a redução de velocidade de 50 para 30 Km/h nestas vias.
Perplexidades:
- Existe uma Comissão de Avaliação do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego de Lisboa;
- Do que me chegou da notícia, concluo que o efeito positivo sentiu-se... deixem cá ver... na mortalidade. Morreram mais duas pessoas, parece pouco mas foram mais 50% que em 2007.
Constatações:
- Já que a Comissão de Avaliação do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego de Lisboa existe porque foi instalado, em Lisboa, um Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego, é previsível que a avaliação do sistema seja positiva;
- A avaliação dos avaliadores, se existisse, seria "muito positiva";
- Daqui por uns anos, o limite de velocidade, devido aos efeitos positivos que o controlo e a vigilância têm, deverá ser reduzido de 8 para 6,4 kms/h.
- Não há qualquer sindicato dos radares afecto à CGTP. Se houvesse, com este ataque bárbaro aos direitos dos radares (onde é que já se viu uma Comissão de Avaliação...), já teriam ocorrido enormes manifestações.
Perplexidades:
- Existe uma Comissão de Avaliação do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego de Lisboa;
- Do que me chegou da notícia, concluo que o efeito positivo sentiu-se... deixem cá ver... na mortalidade. Morreram mais duas pessoas, parece pouco mas foram mais 50% que em 2007.
Constatações:
- Já que a Comissão de Avaliação do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego de Lisboa existe porque foi instalado, em Lisboa, um Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância do Tráfego, é previsível que a avaliação do sistema seja positiva;
- A avaliação dos avaliadores, se existisse, seria "muito positiva";
- Daqui por uns anos, o limite de velocidade, devido aos efeitos positivos que o controlo e a vigilância têm, deverá ser reduzido de 8 para 6,4 kms/h.
- Não há qualquer sindicato dos radares afecto à CGTP. Se houvesse, com este ataque bárbaro aos direitos dos radares (onde é que já se viu uma Comissão de Avaliação...), já teriam ocorrido enormes manifestações.
29 Dezembro 2008
Elefante
Haverá alguma casa neste país onde não tenha havido pelo menos uma pessoa a receber o último livro do Saramago?
Ficam duas passagens...
Não percebo por que tinham esses porcos que morrer, está bem que jesus tenha feito o milagre de expulsar os espíritos imundos do corpo do geraseno, mas consentir que eles entrassem nuns pobres porcos que nada tinham que ver com o caso, nunca me pareceu uma boa maneira de acabar o trabalho, tanto mais que, sendo os demónios imortais, porque se não o fossem deus ter-lhes-ia acabado logo com a raça à nascença, o que eu quero dizer é que antes que os porcos tivessem caído à água já os demónios se haviam escapado, em minha opinião jesus não pensou bem.
... basta que recordemos a peremptória afirmação daquele jesus da galileia que, nos seus melhores tempos, se gabou de ser capaz de destruir e reconstruir o templo entre a manhã e a noite de um único dia. Ignora-se se foi por falta de mão-de-obra ou de cimento que não o fez, ou se foi por ter chegado à sensata conclusão de que o trabalho não merecia a pena, considerando que se algo se vai destruir para construí-lo outra vez, melhor será deixar tudo como estava antes.
Ficam duas passagens...
Não percebo por que tinham esses porcos que morrer, está bem que jesus tenha feito o milagre de expulsar os espíritos imundos do corpo do geraseno, mas consentir que eles entrassem nuns pobres porcos que nada tinham que ver com o caso, nunca me pareceu uma boa maneira de acabar o trabalho, tanto mais que, sendo os demónios imortais, porque se não o fossem deus ter-lhes-ia acabado logo com a raça à nascença, o que eu quero dizer é que antes que os porcos tivessem caído à água já os demónios se haviam escapado, em minha opinião jesus não pensou bem.
... basta que recordemos a peremptória afirmação daquele jesus da galileia que, nos seus melhores tempos, se gabou de ser capaz de destruir e reconstruir o templo entre a manhã e a noite de um único dia. Ignora-se se foi por falta de mão-de-obra ou de cimento que não o fez, ou se foi por ter chegado à sensata conclusão de que o trabalho não merecia a pena, considerando que se algo se vai destruir para construí-lo outra vez, melhor será deixar tudo como estava antes.
O Relento
É verdade que não tenho escrito muito neste pedacinho de internet, tenho-o feito noutras paragens. Por vezes, dou por mim a pensar que determinada pessoa, situação ou lembrança daria um bom post. É o caso do Relento.
O Relento é um restaurante em Algés e eu sou de Algés. Em Algés eu cresci, e o Relento é conhecido pelo marisco e pelo bife "à relento" - nome original. Uma das coisas que se diz de Algés é que é lá que é o Relento, uma das coisas que digo de mim é que só há uns dias, 31 anos e vários meses depois de ter nascido, entrei, pela primeira vez, no Relento.
Devo advertir os mais desatentos que Algés, por muitos cromos que tenha, não é Nova York. Até me casar, vivi sempre na rua principal (primeiro, a dos eléctricos, depois, a da Nortenha, mais tarde, a do McDonald's, variantes de referência de ruas que, daqui a 20 anos, serão substituídas na linguagem corrente pelo voz digitalizada de um GPS) e o Relento é numa perpendicular chamada Av dos combatentes logo ao fim de 50 metros.
Ainda assim, poderia dar-se o caso de eu nunca ter explorado Algés para além da minha rua mas a Av. dos Combatentes, não sendo relevante para quem não é de Algés, além de ser a rua do Sport Algés e Dafundo, tem a Dona Fernanda que até para vender jornais é capaz de proferir obscenidades.
Acrescente-se que, na minha infância, costumava passear pela mão do meu pai a seguir ao jantar e é aqui que entra o Relento na minha vida.
Todos os dias, a seguir ao jantar, o meu pai saía para beber café. COmo não tinha cão, perguntava-me "Calisto, queres vir à rua?". Rezam as crónicas que, muitas vezes, ao ouvir o chocalhar das chaves, mais rápido que um relâmpago, estivesse a fazer o que quer que fosse, eu punha-me à porta, e lá íamos todos contentes à Nortenha, beber uma bica primeiro, desmoer o jantar depois - Hábitos que ainda hoje não tenho porque não gosto de café nem me preocupo com a digestão.
Desmoer o jantar, em Algés, significa fazer a Damião de Góis e, conforme as condições meteorológicas, subir e descer a Av. dos Combatentes até ao Algés, à gelataria que agora não me lembro do nome ou até a um centro comercial decrépito que não sei se ainda existe. Este hábito manteve-se até aos meus 16 anos. Ou seja, cerca de 13 anos a passar pelo Relento uma e outra vez, a ver pessoas à porta à espera pela sua vez, gente que se deliciava com as iguarias da casa - Marisco ou bife "à relento".
Recordo-me que o senhor pelicano sénior, muitas vezes perguntava-me "Então e se agora nós nos colocássemos no vidro a olhar para as pessoas a comer? Não achavas engraçado?" E eu achava mas, sem que entendesse os motivos, o meu pai nunca passou à prática. (Tenho pena!)
Mais tarde, foram inúmeras as vezes em que estacionei (e estaciono) o meu carro na rua do Relento e não foram poucas as vezes em que pensei, sempre que vi gente à porta, por que razão é que nunca teria ido ao restaurante.
A determinada altura, o Relento passou a ser a minha pequena caixa de Pandora. Que males poderiam vir ao mundo caso lá entrasse, não sei quais poderiam ser mas o que é certo é que, mesmo dono de mim, com dinheiro no bolso, nunca lá meti os pés.
Uma história bonita, merecedora de ser contada, até que, um dia, sem premeditar, saíram-me estas palavras profanas pela boca: "Mãe, e se fôssemos almoçar ao Relento".
Cenário idílico: Casa cheia mas uma mesa para dois livre, marisco e bifes "à relento" em todas as mesas, temperatura ambiente agradável, empregados simpáticos, cadeiras confortáveis.
"Quer um rissol acabadinho de fazer?"
"Que tal uma chamuça, são muito boas?"
"Este pastel de bacalhau é a nossa especialidade"
"Que deseja beber?"
"É um bife à Relento?"
Pim Pam Pum, de repente, sem tempo para pensar, o famoso e imensamente elogiado bife "à Relento" estava à minha frente. Bom aspecto o do bife. Aparente boa carne e um molho amarelo que dá vontade de beber a copo.
Primeira garfada e /*%&?$*%?!?!?!?!?!?!!?
Então o famoso molho do bife "à Relento" não passa de mostarda!?!?!?!??!
Anos e anos a passar à porta, a ver gente à espera para se encharcarem em mostarda?!??!?!?!
Sonhos, desejos e delírios por um prato de mostarda!??!?!?!?!?!
Quem sou eu? O que estou a fazer no mundo sem a ilusão "à Relento"?
O Relento é um restaurante em Algés e eu sou de Algés. Em Algés eu cresci, e o Relento é conhecido pelo marisco e pelo bife "à relento" - nome original. Uma das coisas que se diz de Algés é que é lá que é o Relento, uma das coisas que digo de mim é que só há uns dias, 31 anos e vários meses depois de ter nascido, entrei, pela primeira vez, no Relento.
Devo advertir os mais desatentos que Algés, por muitos cromos que tenha, não é Nova York. Até me casar, vivi sempre na rua principal (primeiro, a dos eléctricos, depois, a da Nortenha, mais tarde, a do McDonald's, variantes de referência de ruas que, daqui a 20 anos, serão substituídas na linguagem corrente pelo voz digitalizada de um GPS) e o Relento é numa perpendicular chamada Av dos combatentes logo ao fim de 50 metros.
Ainda assim, poderia dar-se o caso de eu nunca ter explorado Algés para além da minha rua mas a Av. dos Combatentes, não sendo relevante para quem não é de Algés, além de ser a rua do Sport Algés e Dafundo, tem a Dona Fernanda que até para vender jornais é capaz de proferir obscenidades.
Acrescente-se que, na minha infância, costumava passear pela mão do meu pai a seguir ao jantar e é aqui que entra o Relento na minha vida.
Todos os dias, a seguir ao jantar, o meu pai saía para beber café. COmo não tinha cão, perguntava-me "Calisto, queres vir à rua?". Rezam as crónicas que, muitas vezes, ao ouvir o chocalhar das chaves, mais rápido que um relâmpago, estivesse a fazer o que quer que fosse, eu punha-me à porta, e lá íamos todos contentes à Nortenha, beber uma bica primeiro, desmoer o jantar depois - Hábitos que ainda hoje não tenho porque não gosto de café nem me preocupo com a digestão.
Desmoer o jantar, em Algés, significa fazer a Damião de Góis e, conforme as condições meteorológicas, subir e descer a Av. dos Combatentes até ao Algés, à gelataria que agora não me lembro do nome ou até a um centro comercial decrépito que não sei se ainda existe. Este hábito manteve-se até aos meus 16 anos. Ou seja, cerca de 13 anos a passar pelo Relento uma e outra vez, a ver pessoas à porta à espera pela sua vez, gente que se deliciava com as iguarias da casa - Marisco ou bife "à relento".
Recordo-me que o senhor pelicano sénior, muitas vezes perguntava-me "Então e se agora nós nos colocássemos no vidro a olhar para as pessoas a comer? Não achavas engraçado?" E eu achava mas, sem que entendesse os motivos, o meu pai nunca passou à prática. (Tenho pena!)
Mais tarde, foram inúmeras as vezes em que estacionei (e estaciono) o meu carro na rua do Relento e não foram poucas as vezes em que pensei, sempre que vi gente à porta, por que razão é que nunca teria ido ao restaurante.
A determinada altura, o Relento passou a ser a minha pequena caixa de Pandora. Que males poderiam vir ao mundo caso lá entrasse, não sei quais poderiam ser mas o que é certo é que, mesmo dono de mim, com dinheiro no bolso, nunca lá meti os pés.
Uma história bonita, merecedora de ser contada, até que, um dia, sem premeditar, saíram-me estas palavras profanas pela boca: "Mãe, e se fôssemos almoçar ao Relento".
Cenário idílico: Casa cheia mas uma mesa para dois livre, marisco e bifes "à relento" em todas as mesas, temperatura ambiente agradável, empregados simpáticos, cadeiras confortáveis.
"Quer um rissol acabadinho de fazer?"
"Que tal uma chamuça, são muito boas?"
"Este pastel de bacalhau é a nossa especialidade"
"Que deseja beber?"
"É um bife à Relento?"
Pim Pam Pum, de repente, sem tempo para pensar, o famoso e imensamente elogiado bife "à Relento" estava à minha frente. Bom aspecto o do bife. Aparente boa carne e um molho amarelo que dá vontade de beber a copo.
Primeira garfada e /*%&?$*%?!?!?!?!?!?!!?
Então o famoso molho do bife "à Relento" não passa de mostarda!?!?!?!??!
Anos e anos a passar à porta, a ver gente à espera para se encharcarem em mostarda?!??!?!?!
Sonhos, desejos e delírios por um prato de mostarda!??!?!?!?!?!
Quem sou eu? O que estou a fazer no mundo sem a ilusão "à Relento"?
25 Outubro 2008
Capela dos ossos
Tendo em conta que a osteoporose afecta tanta gente, recomenda-se que lavem as paredes com leite!
13 Outubro 2008
Suit up!
Passei por aqui apenas para dizer o seguinte: De todas as pessoas minúsculas que cabem num ecrã de televisão, neste momento, a que eu gosto mais é o Barney (ao que ele me responderia com um "Blog Five").
Como é que é possível que a série "How i met your mother" vá já na 4ª temporada e só agora eu tenha dado por ela? Nem tudo é mau... há cromos espalhados pelo mundo que se dedicam a ripar séries e, em poucos dias, já vi os primeiros 19 episódios... é caso para dizer LEGENDARY!
Como é que é possível que a série "How i met your mother" vá já na 4ª temporada e só agora eu tenha dado por ela? Nem tudo é mau... há cromos espalhados pelo mundo que se dedicam a ripar séries e, em poucos dias, já vi os primeiros 19 episódios... é caso para dizer LEGENDARY!
05 Setembro 2008
Quando não se escreve há muito tempo...
... acaba-se sempre por falar de muita coisa. E tudo porque ontem vi um dos filmes mais execráveis de sempre, o Mamma Mia. Epá, ouvir a colectânea dos ABBA interpretada (será?) pela Meryl Streep, Pierce Brosnan e outros é pouco recomendável.
No entanto, já em plena agonia, dei por mim a lembrar-me de uma música de um famoso ícone da irreverência setubalense, o famoso Mitch Bacano acompanhado, como sempre, pelas alforrecas menstruadas. Recordo-me perfeitamente de ter ouvido aquele refrão notável do "chupa o pescoço que o resto é caroço" e de me ter interrogado "Como é que estes gajos fazem uma música com uma melodia tão gira?" e, só passados estes anos todos, é que percebi que a melodia é da supertrooper...
Mas, como dei por mim a pensar em música para tentar fazer rir, daí até aos Comme Restus - "melhores que os slipknot" - foi um pulo. O seu álbum "pharmácia ananaz" e o hit "Amandame com a Paxaxa Pus Dentes" já há muito que não surgia nos meus pensamentos e o que mais me dava gozo nessa música era imaginar aqueles cromos no exigente processo criativo que deve ser escrever a letra de uma canção.
Como, hoje em dia, não se pensa em nada sem se verificar se existe um vídeo no youtube, encontrei, por arrasto, o vídeo dos grandes mataratos. Os mataratos, esses skins-punks-metal-anarcas-maus genros, fizeram, durante muito tempo, parte do top de k7 mais ouvidas na minha aparelhagem.
Compreende-se! Além dos sucessos "Xavier", "CCM" ou "A minha sogra é um boi", os elementos dos Mataratos eram de Almada e Almada para mim, na minha adolescência, era uma terra mítica, quase oculta, à esquerda de quem vira para a costa, inacessível de transportes e, acima de tudo, a terra do Lobo.
O Lobo foi o meu herói da adolescência e facilmente se percebe porquê. Tem mais 4 ou 5 anos do que eu, só o via no verão e tinha paciência para andar comigo atrelado. Juro que passava o ano inteiro a pensar nas férias só para estar perto dele. Além de me ter ensinado a jogar snooker, ou de me ter proporcionado a primeira viagem de mota e de me ter apresentado a gente, por via da música, como o Satriani e outros do género, o Lobo, todos os anos, ensinava-me palavras novas.
Pela boca do Lobo, ouvi, pela primeira vez, expressões como "Granda céééna" ou "Que pedra!". Os nomes dos amigos do Lobo terminavam todos em enko ou ov (pelo menos era assim que eles se chamavam) e também eram de Almada, uma terra próxima, onde tudo acontecia mas que eu nunca tinha ido. O Lobo tinha namoradas e fazia coisas com elas. Em suma, o Lobo era um herói.
Mais um pouco do que herói até. O Lobo, na verdade, era de Cacilhas! Senhores, o Lobo era da terra por trás da mítica e misteriosa Almada, a terra dos Mataratos.
A minha adolescência foi feliz, juro! Podia ter uma vida banal entre Algés, Campo de Ourique e o Estádio da Luz (certamente, em nada comparável com as gentes de Almada e muito menos com as de Cacilhas), mas jogava muito bem basket que era o que, por volta dos 13 anos, realmente me interessava. Nunca, até hoje, gostei tanto de fazer alguma coisa como gostava de jogar basquetebol aos 13, 14 anos. Nunca mais gostarei. Viva o Benfica!
No entanto, já em plena agonia, dei por mim a lembrar-me de uma música de um famoso ícone da irreverência setubalense, o famoso Mitch Bacano acompanhado, como sempre, pelas alforrecas menstruadas. Recordo-me perfeitamente de ter ouvido aquele refrão notável do "chupa o pescoço que o resto é caroço" e de me ter interrogado "Como é que estes gajos fazem uma música com uma melodia tão gira?" e, só passados estes anos todos, é que percebi que a melodia é da supertrooper...
Mas, como dei por mim a pensar em música para tentar fazer rir, daí até aos Comme Restus - "melhores que os slipknot" - foi um pulo. O seu álbum "pharmácia ananaz" e o hit "Amandame com a Paxaxa Pus Dentes" já há muito que não surgia nos meus pensamentos e o que mais me dava gozo nessa música era imaginar aqueles cromos no exigente processo criativo que deve ser escrever a letra de uma canção.
Como, hoje em dia, não se pensa em nada sem se verificar se existe um vídeo no youtube, encontrei, por arrasto, o vídeo dos grandes mataratos. Os mataratos, esses skins-punks-metal-anarcas-maus genros, fizeram, durante muito tempo, parte do top de k7 mais ouvidas na minha aparelhagem.
Compreende-se! Além dos sucessos "Xavier", "CCM" ou "A minha sogra é um boi", os elementos dos Mataratos eram de Almada e Almada para mim, na minha adolescência, era uma terra mítica, quase oculta, à esquerda de quem vira para a costa, inacessível de transportes e, acima de tudo, a terra do Lobo.
O Lobo foi o meu herói da adolescência e facilmente se percebe porquê. Tem mais 4 ou 5 anos do que eu, só o via no verão e tinha paciência para andar comigo atrelado. Juro que passava o ano inteiro a pensar nas férias só para estar perto dele. Além de me ter ensinado a jogar snooker, ou de me ter proporcionado a primeira viagem de mota e de me ter apresentado a gente, por via da música, como o Satriani e outros do género, o Lobo, todos os anos, ensinava-me palavras novas.
Pela boca do Lobo, ouvi, pela primeira vez, expressões como "Granda céééna" ou "Que pedra!". Os nomes dos amigos do Lobo terminavam todos em enko ou ov (pelo menos era assim que eles se chamavam) e também eram de Almada, uma terra próxima, onde tudo acontecia mas que eu nunca tinha ido. O Lobo tinha namoradas e fazia coisas com elas. Em suma, o Lobo era um herói.
Mais um pouco do que herói até. O Lobo, na verdade, era de Cacilhas! Senhores, o Lobo era da terra por trás da mítica e misteriosa Almada, a terra dos Mataratos.
A minha adolescência foi feliz, juro! Podia ter uma vida banal entre Algés, Campo de Ourique e o Estádio da Luz (certamente, em nada comparável com as gentes de Almada e muito menos com as de Cacilhas), mas jogava muito bem basket que era o que, por volta dos 13 anos, realmente me interessava. Nunca, até hoje, gostei tanto de fazer alguma coisa como gostava de jogar basquetebol aos 13, 14 anos. Nunca mais gostarei. Viva o Benfica!
07 Agosto 2008
TOP!!!
Nem tudo é negativo nesta fase em que ora me vejo como o Nutty Professor, ora reconheço em mim o Bocas, sim aquele de uns desenhos animados antigos quaisquer. Parece que tentei engolir uma bola de basquetebol e ainda a tenho na boca... Uma jiboia em início de processo digestivo é o que eu sou.
Enfim, há-de passar e não é sobre isso que me apetece escrever. Tenho passado os últimos dias adormecendo de quando em quando sendo que não devo ter dormido mais do que trinta minutos consecutivos. Parece que é normal, são reflexos da recuperação, é como se o corpo e a mente andassem num estado alucinante sem perceber bem o que é que devem fazer para além de voltar a pôr tudo na normalidade.
Como tal, a minha capacidade de concentração anda escassa. Aqui, há que dar os parabéns à televisão nacional por não nos fazer sentir mal quando nos sentimos assim. Entre o preço certo que, digam o que disserem, ainda vai tendo as piadas do gordo e os Morangos com Açúcar, venha o diabo e escolha... o preço certo.
Pode ser um cliché dizer mal dos morangos mas, quer dizer, não é um bocadinho de mais um personagem ter sido alvo de um rapto do seu filho e, por causa disso, andar toda a gente em jeito de "aventura em..." ou "nós somos os famosos 5 chatos" da Enyd Blyton?
Registei frases como "Boa, agora é que vamos encontrar a bebé, és a melhor mãe do mundo" após a excelente ideia da mãe que consistiu em fazer umas t-shirts com um bébe manhoso por baixo de, tomem bem atenção à genialidade materna, "DESAPARECIDO". Ou ainda, qualquer coisa como, "Vamos colocar uns cartazes na rua. Assim, encontramos a bebé de certeza". Depois dos presentes reagirem muito entusiasticamente à ideia e avançarem imediata e prontamente com a sugestão de não demorarem um segundo que seja a fazê-lo, o puto da ideia, para dar um ar cool, sai-se com esta: "Esperem lá que para ter estas ideias tenho que tomar o pequeno-almoço" e os outros sorriem todos, dão hi-fives e mais não sei-o-quê e a bebé, coitadita, continua desaparecida.
Moral da história: Nem todos os bebés que desaparecem significam uma história infeliz. Já viram o que seria crescer no meio daqueles diálogos e situações idiotas?
Enfim, há-de passar e não é sobre isso que me apetece escrever. Tenho passado os últimos dias adormecendo de quando em quando sendo que não devo ter dormido mais do que trinta minutos consecutivos. Parece que é normal, são reflexos da recuperação, é como se o corpo e a mente andassem num estado alucinante sem perceber bem o que é que devem fazer para além de voltar a pôr tudo na normalidade.
Como tal, a minha capacidade de concentração anda escassa. Aqui, há que dar os parabéns à televisão nacional por não nos fazer sentir mal quando nos sentimos assim. Entre o preço certo que, digam o que disserem, ainda vai tendo as piadas do gordo e os Morangos com Açúcar, venha o diabo e escolha... o preço certo.
Pode ser um cliché dizer mal dos morangos mas, quer dizer, não é um bocadinho de mais um personagem ter sido alvo de um rapto do seu filho e, por causa disso, andar toda a gente em jeito de "aventura em..." ou "nós somos os famosos 5 chatos" da Enyd Blyton?
Registei frases como "Boa, agora é que vamos encontrar a bebé, és a melhor mãe do mundo" após a excelente ideia da mãe que consistiu em fazer umas t-shirts com um bébe manhoso por baixo de, tomem bem atenção à genialidade materna, "DESAPARECIDO". Ou ainda, qualquer coisa como, "Vamos colocar uns cartazes na rua. Assim, encontramos a bebé de certeza". Depois dos presentes reagirem muito entusiasticamente à ideia e avançarem imediata e prontamente com a sugestão de não demorarem um segundo que seja a fazê-lo, o puto da ideia, para dar um ar cool, sai-se com esta: "Esperem lá que para ter estas ideias tenho que tomar o pequeno-almoço" e os outros sorriem todos, dão hi-fives e mais não sei-o-quê e a bebé, coitadita, continua desaparecida.
Moral da história: Nem todos os bebés que desaparecem significam uma história infeliz. Já viram o que seria crescer no meio daqueles diálogos e situações idiotas?
02 Agosto 2008
O cu da Carolina Patrocínio
Bem sei que já passaram alguns dias desde que prometi expor as minhas ideias sobre o cu da Carolina Patrocínio mas tempo é coisa que não abunda e, sejamos honestos, há assuntos mais interessantes.
No entanto, a todos aqueles que ainda resistem às minhas ausências regulares deste pedacinho de internet continuando a verificar se decidi escrever algo e a todos os idiotas que pesquisam pelo cu da Carolina Patrocínio no google, vos devo esta pequeníssima dissertação.
O cu da Carolina Patrocínio é um bom cu. É redondo, espetado, especialmente quando esticado e, aparentemente, de uma firmeza irrepreensível. Provavelmente, cumpre todas as funções para o qual foi concebido e aí, há que reconhecer, em nada difere dos restantes 6 biliões de cus neste mundo. Ainda assim, é notório que há uma aura de entusiasmo neste cantinho da Europa em redor do cu da Carolina Patrocínio!
Vem isto a propósito de, há umas duas semanas atrás, o cu da Carolina Patrocínio ter estado na mesma praia que eu a uns escassos metros dos meus olhos. Diga-se, suficientemente despido para exercer influência sobre a direcção em que os olhos dos banhistas se movimentavam.
Claro que a dona do cu da Carolina Patrocínio sabe que tem um bom cu. De minutos a minutos, era vê-la a colocar os braços bem ao alto, esticando o corpo todo, para que algum "paparazzi" a visse e a colocasse, mais uma vez, na capa de uma revista cor-de-rosa tornando-a, por força do domínio que o cu da Carolina Patrocínio tem exercitado no zoom dos olhos dos portugueses, numa revista castanha.
Sim, porque a dona do cu da Carolina Patrocínio, devido ao seu bronze enormemente trabalhado, é a mais séria candidata a Manuela Marle 2025 e é isto que a dona do cu da Carolina Patrocínio não entende.
Cus há muitos e atrás de cus, cus vêm. Crianças também e este erro de análise não lhe posso perdoar. Com a já notada queda das carnes que compõem o cu da Carolina Patrocínio, prevejo a necessidade de, daqui a uns anos, que lhe cortem às postas aquilo que tantos admiram hoje. Mais tarde ou mais cedo, a Disney fartar-se-á que os seus telespectadores não sejam as criancinhas mas antes os pais delas que, à falta de firmeza em casa, deliciam-se sonhando, quase pedofilamente, em frente ao aparelho de televisão. Estou até desconfiado que a recente promoção do Meo em que o Disney Channel passou a canal gratuito, sirva mesmo para transmitir a mensagem de que, se a dona do cu da Carolina Patrocínio é oferecida gratuitamente aos seus filhos, imaginem o que estará por trás do "Sexy Hot - Este canal é pago".
A forma, neste caso, mesmo sendo mais importante que o conteúdo, não dura para sempre e é aqui que, mesmo tendo um dos grandes marketeers dos lobos, o Uva, por trás (sem malícia), temo pelo futuro da dona do cu da Carolina Patrocínio - um futuro repleto de idas à guilhotina para se manter em capas de revista. Não é digno.
No entanto, a todos aqueles que ainda resistem às minhas ausências regulares deste pedacinho de internet continuando a verificar se decidi escrever algo e a todos os idiotas que pesquisam pelo cu da Carolina Patrocínio no google, vos devo esta pequeníssima dissertação.
O cu da Carolina Patrocínio é um bom cu. É redondo, espetado, especialmente quando esticado e, aparentemente, de uma firmeza irrepreensível. Provavelmente, cumpre todas as funções para o qual foi concebido e aí, há que reconhecer, em nada difere dos restantes 6 biliões de cus neste mundo. Ainda assim, é notório que há uma aura de entusiasmo neste cantinho da Europa em redor do cu da Carolina Patrocínio!
Vem isto a propósito de, há umas duas semanas atrás, o cu da Carolina Patrocínio ter estado na mesma praia que eu a uns escassos metros dos meus olhos. Diga-se, suficientemente despido para exercer influência sobre a direcção em que os olhos dos banhistas se movimentavam.
Claro que a dona do cu da Carolina Patrocínio sabe que tem um bom cu. De minutos a minutos, era vê-la a colocar os braços bem ao alto, esticando o corpo todo, para que algum "paparazzi" a visse e a colocasse, mais uma vez, na capa de uma revista cor-de-rosa tornando-a, por força do domínio que o cu da Carolina Patrocínio tem exercitado no zoom dos olhos dos portugueses, numa revista castanha.
Sim, porque a dona do cu da Carolina Patrocínio, devido ao seu bronze enormemente trabalhado, é a mais séria candidata a Manuela Marle 2025 e é isto que a dona do cu da Carolina Patrocínio não entende.
Cus há muitos e atrás de cus, cus vêm. Crianças também e este erro de análise não lhe posso perdoar. Com a já notada queda das carnes que compõem o cu da Carolina Patrocínio, prevejo a necessidade de, daqui a uns anos, que lhe cortem às postas aquilo que tantos admiram hoje. Mais tarde ou mais cedo, a Disney fartar-se-á que os seus telespectadores não sejam as criancinhas mas antes os pais delas que, à falta de firmeza em casa, deliciam-se sonhando, quase pedofilamente, em frente ao aparelho de televisão. Estou até desconfiado que a recente promoção do Meo em que o Disney Channel passou a canal gratuito, sirva mesmo para transmitir a mensagem de que, se a dona do cu da Carolina Patrocínio é oferecida gratuitamente aos seus filhos, imaginem o que estará por trás do "Sexy Hot - Este canal é pago".
A forma, neste caso, mesmo sendo mais importante que o conteúdo, não dura para sempre e é aqui que, mesmo tendo um dos grandes marketeers dos lobos, o Uva, por trás (sem malícia), temo pelo futuro da dona do cu da Carolina Patrocínio - um futuro repleto de idas à guilhotina para se manter em capas de revista. Não é digno.
31 Julho 2008
22 Julho 2008
A forma é mais importante que o conteúdo
Refiro-me, claro, ao cu da Carolina Patrocínio o qual, com tempo, merece um post!
17 Julho 2008
Piada de seguros
Enquanto esperava no átrio de entrada da seguradora onde ontem tive uma reunião, de repente, reparei na chapeleira com cerda de 6 chapéus de chuva. Estranhei e, como tenho esta característica de me divertir comigo mesmo, comecei-me a rir.
No fim da reunião partilhei o que havia pensado...
"Como está céu limpo e 35 graus, haver 6 chapéus de chuva na entrada é caso para pensar que o seguro morreu de velho!"
No fim da reunião partilhei o que havia pensado...
"Como está céu limpo e 35 graus, haver 6 chapéus de chuva na entrada é caso para pensar que o seguro morreu de velho!"
15 Julho 2008
Workshop de auto-maquilhagem
Depois do sucesso da primeira edição realizada no passado domingo, vai haver um novo workshop de auto-maquilhagem "Perfeita de dia, deslumbrante à noite", desta vez no próximo dia 27, um Domingo, das 14 às 19:30.
Mais informação aqui!
Mais informação aqui!
09 Julho 2008
E assim se perdem oportunidades de negócio
A minha ex-mulher vai-se casar novamente e eu, que tenho um serviço tão giro para eventos como, por exemplo, casamentos, não lhe posso vender porque, ao que parece, não foi de bom tom querer divorciar-me. Bolas!
Importa-se de repetir?
Esta papel de empreendedor tem muito que se lhe diga... Um dia reúno com o director de recursos humanos de uma conhecida empresa e, no seguinte, vou dar folhetos para a rua...
Passadas umas horas...
- Join & Improve, boa tarde!
- Boa tarde. É possível saber o nome do rapaz que estava a distribuir os folhetos?
Estive bem, respondi que não fazia ideia quem era a pessoa... a pelicana sorrisinhos concorda...
Passadas umas horas...
- Join & Improve, boa tarde!
- Boa tarde. É possível saber o nome do rapaz que estava a distribuir os folhetos?
Estive bem, respondi que não fazia ideia quem era a pessoa... a pelicana sorrisinhos concorda...
07 Julho 2008
27 Junho 2008
Join & Improve na imprensa
O Workshop de Caricatura e Cartoon ministrado pelo conhecido caricaturista dos jornais Record e Correio da Manhã, Carlos Laranjeira, foi destacado na secção "Na cidade" da revista Time-Out.
A revista Happy Woman dedicou uma página aos workshops desenvolvidos pela Join & Improve (Pág. 161). Os leitores desta revista poderão utilizar o voucher distribuído pela mesma nos cursos da Join & Improve no mês de Julho. Na entrega do voucher beneficia de um desconto de 25%!
A revista Happy Woman dedicou uma página aos workshops desenvolvidos pela Join & Improve (Pág. 161). Os leitores desta revista poderão utilizar o voucher distribuído pela mesma nos cursos da Join & Improve no mês de Julho. Na entrega do voucher beneficia de um desconto de 25%!
11 Junho 2008
Tenho andado ausente dos blogs porque...
...há aqui uma data de WORKSHOPS E ACÇÕES DE FORMAÇÃO MUITO BOAS!!!
07 Maio 2008
27 Abril 2008
A propósito dos dias da música...
... foi giro, assisti a três concertos, recomendo, para o ano há mais, só não vai quem não quer que os bilhetes até são baratos...
O problema é que entre a aquisição do bilhete e o início do concerto o que é que se faz? Bom, por aqui, comprou-se presentes para a pelicana sorrisinhos, adquiriram-se e consumiram-se pastéis de belém, visitou-se os jerónimos, conversou-se com um agarrado. O tema, claro está, não podia ser outro: A escassa qualidade dos pastéis de nata dos pastéis de belém.
Disse-me ele - Eu cá não como disso, nem dado! Posso estar cheio da fome que prefiro uma bojeca. Ó chefe, não me arranja um cigarrinho?
O problema é que entre a aquisição do bilhete e o início do concerto o que é que se faz? Bom, por aqui, comprou-se presentes para a pelicana sorrisinhos, adquiriram-se e consumiram-se pastéis de belém, visitou-se os jerónimos, conversou-se com um agarrado. O tema, claro está, não podia ser outro: A escassa qualidade dos pastéis de nata dos pastéis de belém.
Disse-me ele - Eu cá não como disso, nem dado! Posso estar cheio da fome que prefiro uma bojeca. Ó chefe, não me arranja um cigarrinho?
Nelogismos da madrugada
... o sítio ideal para o Fernando Alvim estar é onde não se possa ver a tronha...
Dicionário Pelicana Sorrisinhos às 3 da manhã online
Tronha = Fronha + tromba
Dicionário Pelicana Sorrisinhos às 3 da manhã online
Tronha = Fronha + tromba
Dietas
Ando contente. No último mês, sem grande esforço, perdi 5 quilos. A retoma na actividade física certamente que ajudou e algum cuidado na alimentação também.
Por exemplo, este fim-de-semana a pelicana sorrisinhos fez um doce e tenho-o comido aos baldes. Natas, bolacha moída, gema de ovo e leite condensado. Leite condensado light, note-se.
Por exemplo, este fim-de-semana a pelicana sorrisinhos fez um doce e tenho-o comido aos baldes. Natas, bolacha moída, gema de ovo e leite condensado. Leite condensado light, note-se.
20 Abril 2008
18 Abril 2008
A manifestação
O Sport Lisboa e Benfica é, sem sombra de dúvidas, um clube sui generis.
Começou por ser fundado nos fundos de uma farmácia. O seu principal promotor e entusiasta exerceu todas as funções possíveis e imaginárias excepto aquela que lhe seria mais obviamente destinada, a de Presidente. Um clube de futebol, sem campo de futebol, que se juntou a outro que possuía um campo mas não tinha equipa.
Mais tarde, poucos anos depois da edificação de um campo magnífico para a época, vê-se expropriado do seu estádio devido à construção de uma auto-estrada em troca de um montante muito inferior ao recente investimento e de promessas ainda hoje por cumprir.
Uns anos depois, venceu a taça latina - embrião da taça dos campeões europeus, no único ano, em 8, que lhe foi possível participar.
Uns anos depois, torna-se definitivamente o maior clube português devido à superioridade avassaladora em relação aos seus adversários durante 2 décadas. Para a história do futebol, ficou a conquista de duas taças dos campeões europeus e a presença em mais 3 finais da mesma competição em 8 épocas apenas.
Uma destas finais perdidas foi disputada no campo do adversário e outra no país de quem o derrotou. Numa delas, jogou com 10 jogadores e com um defesa-central a guarda-redes porque ainda não eram permitidas substituições.
Pelo meio, foi a única organização do país a ter eleições livres em pleno período fascista, relegando para segundo plano as proveniências sociais dos seus associados e privilegiando o benfiquismo de cada um.
Muitos anos mais tarde, sucederam-se os casos de puro espólio ao nível das arbitragens beneficiando um adversário directo. Os seus dirigentes foram provada e repetidamente alvos de intimidações e até agressões de capangas a soldo do porto.
Os anos passaram e o Benfica foi entrando numa lenta sportinguização, processo esse, que vai tomando forma cada vez mais visível. Desde a construção de uma capela porque a esposa de um presidente assim o desejava à intimidação física de associados em assembleias gerais a mando da direcção em exercício de então, parece que tem acontecido de tudo.
A campanha "Fica Amaral", a "Operação Coração", a destruição de uma equipa campeã porque se endeusou um treinador que havia tido sucesso 10 anos antes num rival, os cheques que estavam constantemente a caminho de Manchester, a hiper anunciada surpresa aos sócios num jogo de apresentação e que se consubstanciava na chegada de helicóptero da bola de jogo, o roubo descarado de um presidente em compras e vendas de passes de jogadores e terrenos e a contratação quase obsessiva de gente ligada, quase sempre de forma triste, a clubes rivais, são apenas alguns dos inúmeros exemplos demonstrativos do percurso, vá lá, caricato, do Sport Lisboa e Benfica nos últimos 15 anos.
Mesmo na bancarrota, foi possível construir-se um novo estádio, excelente, diga-se de passagem, e, contrariamente ao que seria de se esperar face aos acontecimentos desde 1994, o Sport Lisboa e Benfica tornou-se no clube com mais associados no mundo.
O Benfica é, sem sombra de dúvidas, um clube sui generis!
A contribuir para esta ideia, surge agora uma iniciativa de alguns associados. Esta iniciativa consiste numa manifestação e surge da necessidade de insurgência contra aquilo que os seus promotores chamam de "crise profunda".
No manifesto pode ler-se que o grupo é constituído por sócios indignados. Indignados com "a situação de crise profunda". Esta "crise profunda" deve-se, de acordo com quem lançou a iniciativa, depois de inúmeras promessas, à ausência de um "projecto concreto". A inexistência deste "projecto concreto" é reconhecida nas "mudanças constantes de treinadores, jogadores e perda de títulos". O objectivo da iniciativa é impedir que o mesmo suceda na próxima época.
Sinceramente, eu acho que é de louvar que os benfiquistas se preocupem e façam o que entendam ser o melhor para o Benfica. Considero igualmente que o estado de apatia em que a maioria de nós, associados do Sport Lisboa e Benfica, se tem deixado cair, é muito prejudicial para o clube. No entanto, gostava que as pessoas pensassem um bocadinho antes de tentar fazer alguma coisa.
O desejo de marcação de eleições antecipadas é, com base nos motivos evocados, simplesmente ridículo.
- A ausência de títulos não é de agora. Nos últimos 18 anos, ganhámos apenas 3 campeonatos e 4 taças de Portugal;
- A constante mudança de treinadores deveu-se, num dos casos, à iniciativa do treinador em exercício;
- O entreposto de jogadores já nasceu em 1994;
- As várias promessas (neste âmbito, leia-se "programa eleitoral") foram feitas para um triénio que ainda não terminou;
- A ausência do "projecto concreto" está por provar. A meu ver, o problema é que existe um projecto concreto, descentrado da principal razão de existência de um clube desportivo, desenvolvido por incompetentes.
Não me parece que a marcação de eleições antecipadas seja a melhor forma de não se voltar a repetir a "mesma situação" na próxima época. Que "projecto concreto" teria o Benfica na próxima época? O "projecto concreto" inexistente da direcção cessante ou o "projecto concreto" da nova direcção empossada lá para Agosto?
Esta manifestação, legítima do ponto de visto legal e estatutário mas ridícula no seu objectivo e razões apontadas, torna-se ofensiva por ser a primeira. Como é que num clube, que andou a ser roubado indecentemente por um presidente e em que sócios foram agredidos em assembleias gerais, se tenta fazer, pela primeira vez, uma manifestação devido apenas a maus resultados da equipa de futebol e que, infelizmente, já nem sequer são uma novidade?
p.s. Não precisam de mil assinaturas... dos 170 mil sócios, talvez 100 mil sejam sócios efectivos com mais de um ano de filiação, talvez 80 mil destes tenham as quotas em dia... neste caso, precisarão apenas de umas 400 assinaturas... e eu estarei lá, na assembleia, para votar contra, assim como estarei presente nas próximas eleições para votar em quem quer que seja desde que não se chame Luís Filipe Vieira e não apresente sintomas de vale-azevedite.
Começou por ser fundado nos fundos de uma farmácia. O seu principal promotor e entusiasta exerceu todas as funções possíveis e imaginárias excepto aquela que lhe seria mais obviamente destinada, a de Presidente. Um clube de futebol, sem campo de futebol, que se juntou a outro que possuía um campo mas não tinha equipa.
Mais tarde, poucos anos depois da edificação de um campo magnífico para a época, vê-se expropriado do seu estádio devido à construção de uma auto-estrada em troca de um montante muito inferior ao recente investimento e de promessas ainda hoje por cumprir.
Uns anos depois, venceu a taça latina - embrião da taça dos campeões europeus, no único ano, em 8, que lhe foi possível participar.
Uns anos depois, torna-se definitivamente o maior clube português devido à superioridade avassaladora em relação aos seus adversários durante 2 décadas. Para a história do futebol, ficou a conquista de duas taças dos campeões europeus e a presença em mais 3 finais da mesma competição em 8 épocas apenas.
Uma destas finais perdidas foi disputada no campo do adversário e outra no país de quem o derrotou. Numa delas, jogou com 10 jogadores e com um defesa-central a guarda-redes porque ainda não eram permitidas substituições.
Pelo meio, foi a única organização do país a ter eleições livres em pleno período fascista, relegando para segundo plano as proveniências sociais dos seus associados e privilegiando o benfiquismo de cada um.
Muitos anos mais tarde, sucederam-se os casos de puro espólio ao nível das arbitragens beneficiando um adversário directo. Os seus dirigentes foram provada e repetidamente alvos de intimidações e até agressões de capangas a soldo do porto.
Os anos passaram e o Benfica foi entrando numa lenta sportinguização, processo esse, que vai tomando forma cada vez mais visível. Desde a construção de uma capela porque a esposa de um presidente assim o desejava à intimidação física de associados em assembleias gerais a mando da direcção em exercício de então, parece que tem acontecido de tudo.
A campanha "Fica Amaral", a "Operação Coração", a destruição de uma equipa campeã porque se endeusou um treinador que havia tido sucesso 10 anos antes num rival, os cheques que estavam constantemente a caminho de Manchester, a hiper anunciada surpresa aos sócios num jogo de apresentação e que se consubstanciava na chegada de helicóptero da bola de jogo, o roubo descarado de um presidente em compras e vendas de passes de jogadores e terrenos e a contratação quase obsessiva de gente ligada, quase sempre de forma triste, a clubes rivais, são apenas alguns dos inúmeros exemplos demonstrativos do percurso, vá lá, caricato, do Sport Lisboa e Benfica nos últimos 15 anos.
Mesmo na bancarrota, foi possível construir-se um novo estádio, excelente, diga-se de passagem, e, contrariamente ao que seria de se esperar face aos acontecimentos desde 1994, o Sport Lisboa e Benfica tornou-se no clube com mais associados no mundo.
O Benfica é, sem sombra de dúvidas, um clube sui generis!
A contribuir para esta ideia, surge agora uma iniciativa de alguns associados. Esta iniciativa consiste numa manifestação e surge da necessidade de insurgência contra aquilo que os seus promotores chamam de "crise profunda".
No manifesto pode ler-se que o grupo é constituído por sócios indignados. Indignados com "a situação de crise profunda". Esta "crise profunda" deve-se, de acordo com quem lançou a iniciativa, depois de inúmeras promessas, à ausência de um "projecto concreto". A inexistência deste "projecto concreto" é reconhecida nas "mudanças constantes de treinadores, jogadores e perda de títulos". O objectivo da iniciativa é impedir que o mesmo suceda na próxima época.
Sinceramente, eu acho que é de louvar que os benfiquistas se preocupem e façam o que entendam ser o melhor para o Benfica. Considero igualmente que o estado de apatia em que a maioria de nós, associados do Sport Lisboa e Benfica, se tem deixado cair, é muito prejudicial para o clube. No entanto, gostava que as pessoas pensassem um bocadinho antes de tentar fazer alguma coisa.
O desejo de marcação de eleições antecipadas é, com base nos motivos evocados, simplesmente ridículo.
- A ausência de títulos não é de agora. Nos últimos 18 anos, ganhámos apenas 3 campeonatos e 4 taças de Portugal;
- A constante mudança de treinadores deveu-se, num dos casos, à iniciativa do treinador em exercício;
- O entreposto de jogadores já nasceu em 1994;
- As várias promessas (neste âmbito, leia-se "programa eleitoral") foram feitas para um triénio que ainda não terminou;
- A ausência do "projecto concreto" está por provar. A meu ver, o problema é que existe um projecto concreto, descentrado da principal razão de existência de um clube desportivo, desenvolvido por incompetentes.
Não me parece que a marcação de eleições antecipadas seja a melhor forma de não se voltar a repetir a "mesma situação" na próxima época. Que "projecto concreto" teria o Benfica na próxima época? O "projecto concreto" inexistente da direcção cessante ou o "projecto concreto" da nova direcção empossada lá para Agosto?
Esta manifestação, legítima do ponto de visto legal e estatutário mas ridícula no seu objectivo e razões apontadas, torna-se ofensiva por ser a primeira. Como é que num clube, que andou a ser roubado indecentemente por um presidente e em que sócios foram agredidos em assembleias gerais, se tenta fazer, pela primeira vez, uma manifestação devido apenas a maus resultados da equipa de futebol e que, infelizmente, já nem sequer são uma novidade?
p.s. Não precisam de mil assinaturas... dos 170 mil sócios, talvez 100 mil sejam sócios efectivos com mais de um ano de filiação, talvez 80 mil destes tenham as quotas em dia... neste caso, precisarão apenas de umas 400 assinaturas... e eu estarei lá, na assembleia, para votar contra, assim como estarei presente nas próximas eleições para votar em quem quer que seja desde que não se chame Luís Filipe Vieira e não apresente sintomas de vale-azevedite.
07 Março 2008
Bye bye sisos - As frases
- Ó Helena não deixes este animal ir-se embora que ainda tenho que falar com ele... (o animal era eu, o paciente)
- Porra que este gajo tem umas dentolas muita grandes! (O gajo era eu)
- Sou o gajo mais rápido do mundo a tirar dentes (10 segundos após ter demorado minuto a minuto e meio para tirar 4 sisos...)
- Hoje não podes namorar, nem para a direita nem para a esquerda (?!??!?!?!)
- Vê lá se lhe dás bem dado que eu não quero que ele cá volte daqui a 15 dias por causa de um ponto... (pausa) ... é que depois não tenho coragem para lhe cobrar dinheiro e só cá vem ocupar espaço...
- Porra que este gajo tem umas dentolas muita grandes! (O gajo era eu)
- Sou o gajo mais rápido do mundo a tirar dentes (10 segundos após ter demorado minuto a minuto e meio para tirar 4 sisos...)
- Hoje não podes namorar, nem para a direita nem para a esquerda (?!??!?!?!)
- Vê lá se lhe dás bem dado que eu não quero que ele cá volte daqui a 15 dias por causa de um ponto... (pausa) ... é que depois não tenho coragem para lhe cobrar dinheiro e só cá vem ocupar espaço...
"Até já"
Bem sei que é apenas algo que no marketing se chama "Assinatura" mas fará sentido que em tudo o que envolva a TMN surja o "Até já"?
Por exemplo, no outro dia telefonei para as reclamações da TMN, conversa tal e tal e o empregado despede-se com um "Até já"... Será que eles querem mesmo que os seus clientes voltem a telefonar, e rapidamente, para as reclamações?
Por exemplo, no outro dia telefonei para as reclamações da TMN, conversa tal e tal e o empregado despede-se com um "Até já"... Será que eles querem mesmo que os seus clientes voltem a telefonar, e rapidamente, para as reclamações?
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